(19) 9.9775-6652

0 - Item

Nenhum item em seu carrinho de compras.

Subtotal: R$0,00

Renault Oroch automática: primeiras impressões

Picape ganha mesmo câmbio automático de 4 marchas do Duster. Ultrapassada, caixa demora para fazer trocas e eleva consumo.

Renault Oroch automática: primeiras impressões
Novidade nem sempre é sinônimo de inovação. A Renault Duster Oroch, por exemplo, inaugurou o segmento das picapes “quase-médias” no final do ano passado. Mas é a principal rival, que chegou depois, que tem levado a melhor desde então. A Fiat Toro chegou meses depois, com boas sacadas e um visual caprichado. Não deu outra, logo assumiu a liderança do novo segmento, principalmente por oferecer maior variedade de versões. Em outubro, inclusive, a Toro figurou pela primeira vez entre os 10 veículos mais vendidos do país. Para não ficar tão para trás, a Renault contra-atacou com a chegada da transmissão automática para a Oroch. Oferecida na versão Dynamique, custa R$ 77,9 mil – como comparação, a Toro 1.8, também automática, parte de R$ 82.930. Nova velha transmissão A versão é nova, mas o câmbio não. A transmissão automática de 4 velocidades é a mesma usada pelo grupo Peugeot Citroën há mais de uma década. Ela também está presente no Duster desde o final de 2011 e já foi “casada” com os compactos Sandero e Logan. Com poucas exceções, ninguém mais usa transmissões automáticas de 4 marchas. A Ford, no exterior, já tem caixa de 10 velocidades. Um projeto já ultrapassado em um componente tão importante é um sinal de que a experiência com a Oroch automática pode não ser tão agradável. A sensação foi comprovada ao longo de uma semana que o modelo foi testado pelo G1. Neste período, foram percorridos trechos urbanos e rodoviários. Outra prova de que a picape com estra transmissão já nasce “datada”? O consumo de combustível. Com etanol, a média urbana foi de 5,5 km/l e a rodoviária de 8 km/l. Com este consumo, a autonomia na cidade é de apenas 275 km.